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Gastrite é uma inflamação da mucosa gástrica que pode ser aguda ou crônica, com manifestações clínicas
variadas. Pode ocorrer com ou sem a presença de H. pylori
A gastrite crônica atinge uma proporção significativa da população mundial e traz piora significativa da qualidade de vida.
As principais causas incluem:
– Infecciosa: Helicobacter pylori
– Autoimune: formação de autoanticorpos contra células específicas do estômago
– Medicamentos: AINEs (anti-inflamatórios não esteroidais), álcool
– Outras: doenças sistêmicas como Crohn, sarcoidose, Sjögren.
O médico que trata gastrite é o gastroenterologista.
Dra. Lucila Cappellano é médica formada pela Universidade de Alfenas – MG.
É especializada em Gastroenterologia e Hepatologia em hospitais renomados da cidade de São Paulo, incluindo o Hospital das Clínicas e atua em doenças hepáticas como a esteatose na Vila Mariana em SP.

Seu grande diferencial é sua vasta experiência nas doenças hepáticas e do aparelho digestório, além da abordagem nutricional, esportiva e bem estar.
Os sintomas são variáveis, pouco específicos e a intensidade não tem correlação com a gravidade.
O diagnóstico é feito através de endoscopia digestiva alta, onde é feito uma descrição visual do examinador e geralmente associada à biópsia gástrica para pesquisa de H. pylori.

Não existe nenhum alimento proibido mas alguns precisam ser evitados e consumidos com moderação pra quem tem muitos sintomas:
O tratamento é feito com algum tipo de “prazol”, com duração de 8 semanas, em média, e eliminado os agentes causais como H. pylori, cessação de tabagismo e evitar o uso de AINEs. Eventualmente pode ser necessário o uso de mediações que melhorem o esvaziamento gástrico.
Anti-ácidos como pastilhas, hidróxido de alumímio e similares servem para aliviar os sintomas mas não tratam a gastrite,
Não existe gastrite nervosa! Mas esse termo acabou pegando e é praticamente usado quando a pessoa tem muitos sintomas e tem. endoscopia é normal. Mas sim, estresse piora os sintomas ou pode ser um gatilho.
Não se deve usar nenhum “prazol” de modo contínuo. É possível que você precise fazer mais de um ciclo de tratamento em certo período mas não existe isso de tomar remédio para proteger o estômago de outras medicações.
É muito importante fazer o diagnóstico corretamente pois os sintomas são inespecíficos e a intensidade dos sintomas não tem correlação com a gravidade da doença e nem com os achados endoscópicos. É possível sentir muita coisa e ter uma endoscopia normal assim como é possível ter uma úlcera e não sentir nada.
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